Captura de peixe decresce 5,9% em 2017

Captura de peixe decresce 5,9% em 2017

As estatísticas da pesca de 2017, divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), demonstraram que em 2017 o pescado capturado pela frota portuguesa diminuiu 5,9% em relação ao ano anterior, ascendendo a 179 437 toneladas. A redução global da captura de pescado resultou do menor volume de pesca em águas nacionais (-5,3%), bem como da menor captura em pesqueiros externos (-7,1%).

A redução de capturas registada a nível nacional ficou a dever-se à menor captura de peixes marinhos (decréscimo de 3,9%), contribuindo sobretudo a cavala (-30,4%) mas também o carapau (-4,8%) e as pescadas (-24,6%), que registaram menores volumes de captura.

No entanto, houve um aumento significativo da captura em 2017 para algumas espécies, como é o caso dos atuns (+58,4%) e do biqueirão (+30,3%). Relativamente ao biqueirão, continuou a verificar-se, em 2017, uma abundância desta espécie na costa portuguesa.

A gestão da pesca da sardinha durante o ano 2017, tal como em anos anteriores, passou pela interdição da atividade nos primeiros meses do ano (Despacho n.º 15775-F/2016, de 30 de dezembro de 2016) e pelo estabelecimento de um limite de capturas para a pesca desta espécie, pela arte de cerco, em Portugal Continental aplicável ao longo do resto do ano 2017 (Despachos n.º 1847-A/2017, de 2 de março de 2017 e n.º 6649-A/2017, de 1 de agosto de 2017). O volume total das capturas desta espécie pelas diversas artes ascendeu a 14 557 toneladas (mais 1 044 toneladas que em 2016, ou seja, mais 7,7%).

Verificou-se uma diminuição de 10,3% no volume de capturas dos moluscos devido, principalmente, à menor quantidade de polvos capturados em 2017 (-44,5%). Pelo contrário, o volume de berbigão capturado mais do que duplicou (+127,0%).

A captura de crustáceos em 2017 apresentou um acréscimo de 12,8% em quantidade, tendo em valor aumentado 13,7%. Para este resultado contribuiu nomeadamente uma maior captura de camarões (+20,7%), gambas (+8,6%) e caranguejos (+50,6%).

Nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira registou-se um aumento da quantidade de pescado capturado em relação ao ano transato.

O pescado transacionado em lota gerou uma receita de 272 360 mil euros aumentando 1,1% comparativamente a 2016.

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