Kevin VanDam bate dois recordes numa prova

Kevin VanDam bate dois recordes numa prova

Quem está por dentro da vertente competitiva na pesca do achigã já ouviu falar de Kevin e da sua posição nesta disciplina. Ele é simplesmente o melhor do mundo e o que faz prova disso é o seu recorde de 25 provas vencidas nos circuitos da BASS, tendo participado em 306 desde que começou em 1991. Mas também o que acumulou em prémios monetários de provas (não confundir com os seus rendimentos como atleta patrocinado), mais de seis milhões de dólares, conferem-lhe um lugar de destaque, considerando o que está mais próximo, Skeet Reese, tem menos três milhões.

Ele venceu outra vez na última prova da Elite Series da BASS, uma prova que decorreu entre 26 e 29 de abril, no Grand Lake O’The Cherokees, no estado de Oklahoma. Além do seu recorde pessoal de número de vitórias, que era de vinte e quatro e passou para vinte e cinco, conseguiu ainda bater o recorde de peso para provas de quatro dias neste lago com vinte peixes que pesaram no total de oitenta e três libras e quatro onças (cerca de trinta e sete quilos, setecentos e cinquenta gramas) é uma média impressionante de quase um quilo e novecentos gramas por peixe!

Para conseguir este feito ele usou duas amostras, um jig com atrelado e um crankbait “squarebill”, para pescar as fêmeas que se estavam a deslocar para as zonas de desova.

O jig com atrelado que KVBD usou. Foto: BASS

O jig com atrelado que KVBD usou. Foto: BASS

A amostra que lhe deu mais peixe. Não se vê, mas a barriga deste pequeno crank é cor de laranja. Foto: BASS

A amostra que lhe deu mais peixe. Não se vê, mas a barriga deste pequeno crank é cor de laranja. Foto: BASS

Disse ele mesmo que essa foi a chave do seu sucesso. Com recurso às suas sondas percebeu que havia locais com variações no fundo e com algumas coberturas associadas, especialmente zonas de transição, quer se tratasse de alterações no fundo quer de mudança de tipos de fundo. Esses locais são precisamente pontos de passagem e de estágio das grandes fêmeas que procurou e encontrou. Poderia aproximar-se da margem e conseguir mais capturas, mas nos ninhos ainda só estavam os machos, que são muito mais pequenos. O crankbait foi a amostra que lhe deu a grande maioria das capturas e é assim que ele mais gosta de pescar – rápido e em contacto com os obstáculos do fundo. Em vez de fazer descrição das amostras deixamos imagens para que se perceba melhor do que se trata.

Acompanhámos a prova de fio-a-pavio e foi impressionante apreciarmos a capacidade e a concentração deste pescador que nos cativa de cada vez que tem uma câmara apontada a ele. Sempre a explicar o que está a fazer e sem complexos por fazer uma cabeleira ou por ter de passar a cana por baixo de um cabo de aço para concretizar uma captura, mas o que mais nos admirou foi a velocidade com que trocou duas fateixas no seu crankbait. Só há uma palavra para o descrever – IMPRESSIONANTE!

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